quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

As aulas já começaram dia 31/01/08... Muitos alunos novos, que maravilhoso!!!







De carnaval...








"A melhor fase da vida é quando se descobre que a Natureza é mais do que uma fonte de conhecimento, é uma fonte de vida."


Que tal? Nem bem começaram as aulas e já surgem cinco dias de descanso. Ah! Quando retornarem na próxima 5.ª feira - 07/02/2008, estejam prontos para longos dias de estudos, tarefas, leituras e avaliações.

Vocês já contaram na folhinha? Este semestre tem poucos feriados, por isto, aproveitem este, que é o mais longo!
Após o Carnaval .... Lembrem-se...

Tragam para as aulas os materiais escolares correspondentes às disciplinas do dia. Arrumem a mochila sempre no dia anterior, verificando o horário. Lembrem-se de ter sempre no estojo: lápis, canetas, borracha, corretivo, para não precisar emprestar do colega, durante as aulas, pois atrapalha a concentração e atenção da classe.



Estudantes do Bilac... Anotem!!! É possível confiar totalmente na memória???




(Ela pode ter o desenho ou formato de sua preferência...)



Façam uso da Agenda Escolar sempre, principalmente, para registrar as lições, trabalhos, pesquisas para casa. Mesmo que você tenha "memória de elefante" como muitos falam possuir, ainda assim pode falhar. É melhor estar previnido (a) para não esquecer a atividade marcada do que perder ponto de conceito ou ponto na média.


Enquete ??? Participem ...

A enquete seguinte pode ter a participação de todos os meus alunos (do 6.° ao 9.° ano do Ensino Fundamental e do 1.° e 2.° anos do E.J.A), bem como dos pais, familiares e amigos. Apresente a sua opinião, clicando no item "Comentários", logo abaixo desta última postagem. Lembrem-se! A sua participação é importante...



"A visita ao Museu da Língua Portuguesa, em conjunto com os professores e colegas de classe, é uma forma de enriquecer e melhorar os seus conhecimentos em todas as disciplinas? Justifique..."


Destaque ...
Exposição temporária de
Gilberto Freyre - "Intérprete do Brasil"
em exibição até 04 de maio de 2008.


A história do grande autor brasileiro retratando Museu da Língua Portuguesa. É um espetáculo!
"Eu ouço as vozes
eu vejo as cores
eu sinto os passos
de outro Brasil que vem aí."

A vida deste brasileiro é um exemplo para todos nós. Leia e se surpreenda com alguns dados de sua vida!!!

Depois, pesquise a sua biografia e descubra a longa e difícil trajetória ...
Gilberto Freyre

Recebeu diversas homenagens. Entre elas, em 1962, o desfile da Escola de Samba Mangueira, com enredo inspirado em Casa Grande & Senzala. Foi doutor pelas Universidades de Paris (Sorbonne), Colúmbia (EUA), Coimbra (Portugal), Lissex (Inglaterra) e Münster (Alemanha).

Em 1971, a Rainha Elizabeth lhe conferiu o título de Sir (Cavaleiro do Império Britânico).

"As folhas das árvores ensinam tanto quanto os livros."



Curiosidades da língua portuguesa ...


Índio - remonta à origem geográfica (o mesmo que indiano - hindu).

Indígena - palavra latina (indu=dentro) é o mesmo que aquele que é natural do país em que habita e descende das raças que ali sempre viveram.
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Ano-novo - esta palavra pode significar duas coisas: 1.ª = sinônimo de "Reveillon" , ou seja, o 1.° dia do ano e se escreve com hífen "Ano-novo". O 2.° significado é novo ano, ou seja, o ano que será transcorrido após o "Reveillon" e se escreve sem hífen
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Como escrever horas? O correto é 2 h 30 min (abreviado) ou 2 horas e 30 minutos. Escreva e fale sempre meio dia e meia (meia hora).
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Aceito e aceitado - particípios do verbo aceitar. Aceitado é regular e acompanha o verbo ter. Ex. Eu tenho aceitado documentos. O irregular (aceito) acompanha o verbo ser. Ex. Os documentos foram aceitos .
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A nível de - é uma expressão desnecessária e condenável. Devemos evitá-la. Há outros modos de se falar a mesma coisa. Ex. É uma resolução governamental. ( nunca use "é uma resolução a nível de governo").
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Dispensa x despensa - as duas formas estão corretas, observados seus significados: dispensa= é o ato ou efeito de dispensar, desobrigar; despensa= divisão da casa, armário ou construção separada em que ficam os mantimentos.
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Para mim ou para eu - sempre que for término de ação, usa-se "para mim". Ex. As atividades foram entregues para mim, ontem à tarde. Usa-se "para eu" antes de verbo, ou seja, antes da ação ser concluída. Ex. A professora pediu para eu fazer a lição completa.
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Menos - use sempre. ( não existe "menas" por favor!) Ex. As aulas estão menos difíceis porque todos prestam atenção.Verifiquem que é um advérbio de intensidade e é uma classe gramatical invariável!
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Meio e meia - Meio como advérbio é invariável. Ex. A porta está meio aberta. (quer dizer, o modo como a porta se encontra). Meia como numeral é variável. Ex. Comi meia laranja (ou seja, comi a metade da laranja; como poderia ser meio melão).
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Superdicas de ortografia:


Sempre que você tiver dúvida de como se escreve uma palavra, recorra ao Dicionário. Ele é ótimo! Tira suas dúvidas rapidamente e em ordem alfabética. Além do que melhora a sua concentração e poder de pesquisa, análise e compreensão.

Pode ser mais cômodo perguntar para alguém, mas, com certeza, ficará muito mais satisfeito com a explicação completa dada pelo Nosso Amigo Dicionário.

Sabe por que esta é a primeira superdica de Ortografia?

Porque as regras sobre a forma correta de escrever as palavras são bem poucas. Vamos revê-las?


Ah! As mudanças propostas na Nossa Língua Portuguesa não englobam estas regras. Fique tranqüilo (a)!!!


1 - Emprega-se a letra -j:


. nas palavras de origem africana e indígena:
Exemplos: acarajé - canjica - pajé - jibóia - Moji - jiló.
. nos verbos terminados em -jar, e em toda sua conjugação:
Exemplos: sujar - sujamos - sujou - sujassem.

. nas palavras derivadas que já possuem -j:
Exemplos: granja - granjeiro; nojo - nojento.


2 - Emprega-se a letra -g:

. geralmente, nas terminações -agem,- igem, -ugem.
Exemplos: garagem - fuligem - ferrugem.

Exceções: pajem - lambujem.

. nas terminações -ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio.
Exemplos: pedágio - colégio - prestígio - relógio - refúgio.


Ainda vamos rever as palavras com -x e -ch; -z e -s e outras, com regrinhas bem práticas... Até lá !!!


Próxima postagem ... mais dicas e curiosidades da língua e alguns testes para você verificar como anda seu português. Aceita o desafio ???

8 comentários:

Unknown disse...

Claudia Manzione.
Eu acho que todo museu, independente qual for, é muito importante para nossa cultura, pois enriquece nossos conhecimentos e busca possibilidades de crescimento cultural. O Museu da Lingua Portuguesa é muito importante pois traz a história de nossa língua, as curiosidades e tira as duvidas, e mostra como é bonita e interessante a Lingua Portuguesa.

Tatii disse...

Tatiana Cezarino Ippolito - 8° ano
Eu acho que sim, porque todo museu tem uma grande variedades de coisas da nossa cultura, e ensina muito...
A lingua portuguesa tambem, pois se você não sabe a lingua portuguesa você não pode fazer muitas coisas sobre nossa cultura.
Por isso o museu da lingua portuguesa, alem de mostrar e ensinar muitas coisas de nossa cultura ajuda e ensina sobre muitas materias, e tambem é ótimo para o cotidiano, e mostra como a Lingua Portuguesa é uma maravilha.

Unknown disse...

Rubem Braga


"Sempre tenho confiança de que não serei maltratado na
porta do céu, e mesmo que São Pedro tenha ordem
para não me deixar entrar, ele ficará indeciso
quando eu lhe disser em voz baixa:
"Eu sou lá de Cachoeiro..."


Na noite de segunda-feira, 17 de dezembro de 1990, o escritor Rubem Braga reuniu um pequeno grupo de amigos, cada vez mais selecionados por ele, na sua cobertura em Ipanema. Foi uma visita silenciosa, mas claramente subentendida pelos amigos Moacyr Werneck de Castro, Otto Lara Resende e Edvaldo Pacote. Às 23h30 da noite de quarta-feira, sedado num quarto do Hospital Samaritano, Rubem Braga morreu, sozinho como desejara e pedira aos amigos.

A causa da morte foi uma parada respiratória em conseqüência de um tumor na laringe que ele preferiu não operar nem tratar quimicamente.

Rubem Braga, considerado por muitos o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, ES, a 12 de janeiro de 1913. Iniciou seus estudos naquela cidade, porém, quando fazia o ginásio, revoltou-se com um professor de matemática que o chamou de burro e pediu ao pai para sair da escola. Sua família o enviou para Niterói, onde moravam alguns parentes, para estudar no Colégio Salesiano. Iniciou a faculdade de Direito no Rio de Janeiro, mas se formou em Belo Horizonte, MG, em 1932, depois de ter participado, como repórter dos Diários Associados, da cobertura da Revolução Constitucionalista, em Minas Gerais — no front da Mantiqueira conheceu Juscelino Kubitschek de Oliveira e Adhemar de Barros.

Na capital mineira se casou, em 1936, com Zora Seljan Braga, de quem posteriormente se desquitou, mãe de seu único filho Roberto Braga.

Foi correspondente de guerra do Diário Carioca na Itália, onde escreveu o livro "Com a FEB na Itália", em 1945, sendo que lá fez amizade com Joel Silveira. De volta ao Brasil morou em Recife, Porto Alegre e São Paulo, antes de se estabelecer definitivamente no Rio de Janeiro, primeiro numa pensão do Catete, onde foi companheiro de Graciliano Ramos; depois, numa casa no Posto Seis, em Copacabana, e por fim num apartamento na Rua Barão da Torre, em Ipanema.

Sua vida no Brasil, no Estado Novo, não foi mais fácil do que a dos tempos de guerra. Foi preso algumas vezes, e em diversas ocasiões andou se escondendo da repressão.

Seu primeiro livro, "O Conde e o Passarinho", foi publicado em 1936, quando o autor tinha 22 anos, pela Editora José Olympio. Na crônica-título, escreveu: "A minha vida sempre foi orientada pelo fato de eu não pretender ser conde." De fato, quase tanto como pelos seus livros, o cronista ficou famoso pelo seu temperamento introspectivo e por gostar da solidão. Como escritor, Rubem Braga teve a característica singular de ser o único autor nacional de primeira linha a se tornar célebre exclusivamente através da crônica, um gênero que não é recomendável a quem almeja a posteridade. Certa vez, solicitado pelo amigo Fernando Sabino a fazer uma descrição de si mesmo, declarou: "Sempre escrevi para ser publicado no dia seguinte. Como o marido que tem que dormir com a esposa: pode estar achando gostoso, mas é uma obrigação. Sou uma máquina de escrever com algum uso, mas em bom estado de funcionamento."

Foi com Fernando Sabino e Otto Lara Resende que Rubem Braga fundou, em 1968, a editora Sabiá, responsável pelo lançamento no Brasil de escritores como Gabriel Garcia Márquez, Pablo Neruda e Jorge Luis Borges.

Segundo o crítico Afrânio Coutinho, a marca registrada dos textos de Rubem Braga é a "crônica poética, na qual alia um estilo próprio a um intenso lirismo, provocado pelos acontecimentos cotidianos, pelas paisagens, pelos estados de alma, pelas pessoas, pela natureza."

A chave para entendermos a popularidade de sua obra, toda ela composta de volumes de crônicas sucessivamente esgotados, foi dada pelo próprio escritor: ele gostava de declarar que um dos versos mais bonitos de Camões ("A grande dor das coisas que passaram") fora escrito apenas com palavras corriqueiras do idioma. Da mesma forma, suas crônicas eram marcadas pela linguagem coloquial e pelas temáticas simples.

Como jornalista, Braga exerceu as funções de repórter, redator, editorialista e cronista em jornais e revistas do Rio, de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. Foi correspondente de "O Globo" em Paris, em 1947, e do "Correio da Manhã" em 1950. Amigo de Café Filho (vice-presidente e depois presidente do Brasil) foi nomeado Chefe do Escritório Comercial do Brasil em Santiago, no Chile, em 1953. Em 1961, com os amigos Jânio Quadros na Presidência e Affonso Arinos no Itamaraty, tornou-se Embaixador do Brasil no Marrocos. Mas Braga nunca se afastou do jornalismo. Fez reportagens sobre assuntos culturais, econômicos e políticos na Argentina, nos Estados Unidos, em Cuba, e em outros países. Quando faleceu, era funcionário da TV Globo. Seu amigo Edvaldo Pacote, que o levou para lá, disse: "O Rubem era um turrão, com uma veia extraordinária de humor. Uma pessoa fechada, ao mesmo tempo poeta e poético. Era preciso ser muito seu amigo para que ele entreabrisse uma porta de sua alma. Ele só era menos contido com as mulheres. Quando não estava apaixonado por uma em particular, estava apaixonado por todas. Eu o levei para a Globo... Ele escrevia todos os textos que exigiam mais sensibilidade e qualidade, e fazia isto mantendo um grande apelo popular."


Bibliografia:

CRÔNICAS:

- O Conde e o Passarinho, 1936
- O Morro do Isolamento, 1944
- Com a FEB na Itália, 1945
- Um Pé de Milho, 1948
- O Homem Rouco, 1949
- 50 Crônicas Escolhidas, 1951
- Três Primitivos, 1954
- A Borboleta Amarela, 1955
- A Cidade e a Roça, 1957
- 100 Crônicas Escolhidas, 1958
- Ai de ti, Copacabana, 1960
- O Conde e o Passarinho e O Morro do Isolamento, 1961
- Crônicas de Guerra - Com a FEB na Itália, 1964
- A Cidade e a Roça e Três Primitivos, 1964
- A Traição das Elegantes, 1967
- As Boas Coisas da Vida, 1988
- O Verão e as Mulheres, 1990
- 200 Crônicas Escolhidas
- Casa dos Braga: Memória de Infância (destinado ao público juvenil)
- Uma fada no front
- Histórias do Homem Rouco
- Os melhores contos de Rubem Braga (seleção Davi Arrigucci)
- O Menino e o Tuim
- Recado de Primavera
- Um Cartão de Paris
- Pequena Antologia do Braga

ROMANCES:

- Casa do Braga

ADAPTAÇÕES:

- O Livro de Ouro dos Contos Russos

- Os Melhores Poemas de Casimiro de Abreu (Seleção e Prefácio)

- Coleção Reencontro Audiolivro - Cirano de Bergerac - Edmond Rostand

- Coleção Reencontro: As Aventuras Prodigiosas de Tartarin de Tarascon Alphonse Daudet

- Coleção Reencontro: Os Lusíadas - Luis de Camões (com Edson Braga)

TRADUÇÃO:

Antoine de Saint-Exupéry - Terra dos Homens.

SOBRE O AUTOR:

- Na Cobertura de Rubem Braga - João Castello
- Rubem Braga - Jorge de Sá
- Rubem Braga - Um cigano fazendeiro do ar - Marco Antonio de Carvalho

Visite a casa do autor em www.overmundo.com.br/guia/casa-dos-braga

No volume publicado, também de crônicas, "As Coisas Boas da Vida", em 1988, Rubem Braga enumera, no texto que dá título ao livro "as dez coisas que fazem a vida valer a pena". A última delas: "Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte — o assim chamado descanso eterno".

- isαн ★ disse...

Rubem Braga
considerado por muitos o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, ES, a 12 de janeiro de 1913. Iniciou seus estudos naquela cidade, porém, quando fazia o ginásio, revoltou-se com um professor de matemática que o chamou de burro e pediu ao pai para sair da escola. Sua família o enviou para Niterói, onde moravam alguns parentes, para estudar no Colégio Salesiano. Iniciou a faculdade de Direito no Rio de Janeiro, mas se formou em Belo Horizonte, MG, em 1932, depois de ter participado, como repórter dos Diários Associados, da cobertura da Revolução Constitucionalista, em Minas Gerais — no front da Mantiqueira conheceu Juscelino Kubitschek de Oliveira e Adhemar de Barros.

Camila P e Isabella

Bárbara disse...

Rubem Braga-
Iniciou-se no jornalismo profissional ainda estudante, fazendo reportagens e assinando crônicas diárias no jornal Diário da Tarde. Formou-se bacharel pela Faculdade de Direito de Belo Horizonte em 1932, mas não exerceu a profissão. Neste mesmo ano, cobriu a Revolução Constitucionalista deflagrada em São Paulo, na qual chega a ser preso. Transferindo-se para Recife, dirigiu a página de crônicas policiais no Diário de Pernambuco. Nesta cidade, fundou o periódico Folha do Povo. Em 1936 lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho, e fundou em São Paulo a revista Problemas, além de outras.

Bárbara & Rafaela 9°ano

Unknown disse...

Rubem Braga, considerado por muitos o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, ES, a 12 de janeiro de 1913. Iniciou seus estudos naquela cidade, porém, quando fazia o ginásio, revoltou-se com um professor de matemática que o chamou de burro e pediu ao pai para sair da escola. Sua família o enviou para Niterói, onde moravam alguns parentes, para estudar no Colégio Salesiano. Iniciou a faculdade de Direito no Rio de Janeiro, mas se formou em Belo Horizonte, MG, em 1932, depois de ter participado, como repórter dos Diários Associados, da cobertura da Revolução Constitucionalista, em Minas Gerais — no front da Mantiqueira conheceu Juscelino Kubitschek de Oliveira e Adhemar de Barros.

Na capital mineira se casou, em 1936, com Zora Seljan Braga, de quem posteriormente se desquitou, mãe de seu único filho Roberto Braga.
CRÔNICAS:

- O Conde e o Passarinho, 1936
- O Morro do Isolamento, 1944
- Com a FEB na Itália, 1945
- Um Pé de Milho, 1948
- O Homem Rouco, 1949
- 50 Crônicas Escolhidas, 1951
- Três Primitivos, 1954
- A Borboleta Amarela, 1955
- A Cidade e a Roça, 1957
- 100 Crônicas Escolhidas, 1958
- Ai de ti, Copacabana, 1960
- O Conde e o Passarinho e O Morro do Isolamento, 1961
- Crônicas de Guerra - Com a FEB na Itália, 1964
- A Cidade e a Roça e Três Primitivos, 1964
- A Traição das Elegantes, 1967
- As Boas Coisas da Vida, 1988
- O Verão e as Mulheres, 1990
- 200 Crônicas Escolhidas
- Casa dos Braga: Memória de Infância (destinado ao público juvenil)
- Uma fada no front
- Histórias do Homem Rouco
- Os melhores contos de Rubem Braga (seleção Davi Arrigucci)
- O Menino e o Tuim
- Recado de Primavera
- Um Cartão de Paris
- Pequena Antologia do Braga

ROMANCES:

- Casa do Braga

ADAPTAÇÕES:

- O Livro de Ouro dos Contos Russos

- Os Melhores Poemas de Casimiro de Abreu (Seleção e Prefácio)

- Coleção Reencontro Audiolivro - Cirano de Bergerac - Edmond Rostand

- Coleção Reencontro: As Aventuras Prodigiosas de Tartarin de Tarascon Alphonse Daudet

- Coleção Reencontro: Os Lusíadas - Luis de Camões (com Edson Braga)

TRADUÇÃO:

Antoine de Saint-Exupéry - Terra dos Homens.

Bárbara disse...

Conectivo - Na gramática da Língua Portuguesa, é um vocabulário que liga orações no período.

Ex: Eu estava presente na aula, porém a professora não pôde comparecer .

*porém-conectivo de sentido contrário

Rafaela & Bárbara 9°ano

Unknown disse...

Conectivos são as conjunções.
Tipos:
aditivos: e
adversativos: mas
conclusivos: portanto
alternativos: ou
explicativas: porque